Algodão
Mercado fraco, mantém preços de segunda-feira. Alguns produtores ainda acreditam em alta, por conta da redução da oferta, sem considerar a colheita de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Leilão de opções ontem teve grande interesse mas não chegou alterar os preços no interior. Veja mais nesta página.
Arroz
Aumenta o preço do arroz na fonte: a saca foi negociada ontem, no Rio Grande do Sul, a até R$ 12,85. O fim da colheita e a redução da oferta também cooperaram para a alta dos preços no Sul. No atacado de São Paulo, o agulhinha tipo 2 foi negociado, em média, a R$ 32,50. Esse valor supera em 15% o de uma semana atrás, quando a saca estava em R$ 28,25.
Feijão
Cerealistas de Irati, Ponta Grossa e Maringá estão apostando no aumento da oferta de feijão novo nos próximos dias. Confirmando informação do Deral, por enquanto oferta e procura estão equilibradas. O feijão novo - segunda safra, plantado em janeiro/fevereiro - manteve ontem seu preço de referência entre R$ 36,00 e R$ 42,00/saca para o carioca e R$ 25,00 para o preto. Veja mais nos quadros abaixo.
Café
Cotações do café voltaram a desabar ontem na Bolsa de Nova York, com 420 pontos de baixa. Nominal abaixo de um dólar por libra-peso (que é um preço de referência) tanto nos contratos de julho (89,15) como de setembro (92,50). Novidade de ontem foi a informação do CNC de que o governo deverá divulgar até o final desta semana a regulamentação do programa de retenção de exportações de café e, na próxima semana, a estimativa da safra de café 2000/2001.
Milho
A FNP, empresa de consultoria e comércio está prevendo uma redução de 16,5% na safrinha nacional de milho. O analista de mercado Leonardo Junho Sologuren acha que isto vai exercer influência no mercado, principalmente pelo desequilíbrio entre produção (31,5 milhões de t) e consumo (35,7 milhões de t). Ele também prevê aumento de fontes alternativas na alimentação animal como sorgo, triguilho e triticale, em cerca de 1,1 milhão de t. O resto terá de ser imprtado. Veja preços nos quadros abaixo.
Soja
Segundo dia útil da semana e o mercado não deu sinais de mudanças, ontem. Preço ao produtor, cedeu; preço em lote se manteve inalterado. Comércio está firma apenas para o farelo. Veja mais nos quadros abaixo.
Frango
O preço do quilo de frango vivo subiu ontem para R$ 0,85 no Estado de São Paulo. O frango tinha começado a semana a R$ 0,80. Essa alta já é reflexo de uma oferta menor de produto no mercado. As vendas, porém, continuam fracas. Preços praticados no Paraná estão nos quadros abaixo, do Deral.
Boi gordo
Mercado pouco ofertado, vindo de uma sequência de altas, mantém expectativa altista nesta semana. Mercado enxuto no atacado, mantém escalas curtas. Em consequência oferta de carne no atacado também é baixa. O analista João Antônio Beltrame Filho, da FNP, observa que os pecuaristas estão retendo o gado, fazendo com que os frigoríficos paguem mais para alongar as escolas. Mas ele acha que a retenção agora pode implicar no aumento da oferta na entressafra. Veja quadros do Deral.

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