ALGODÃO
Produtores do Paraná já iniciam a contratação de máquinas para colheita que começa em meados de março. Colheitadeiras são alugadas junto a grandes produtores do Mato Grosso. Enquanto isso a indústria de descaroçamento não define os preços que ficam entre R$ 8,80 e R$ 9,00/arroba para os tipos superiores.
ARROZ
Mercado de arroz só vai deslanchar em março, prevêem atacadistas de Apucarana. O produto gaúcho chega ao Norte do Paraná cotado entre R$ 21,00 e R$ 23,00. Já a saca de 60 kg de arroz em casca do Mato Grosso custa entre R$ 18,00 e R$ 19,00, posto Londrina.
CAFÉ
Com a confirmação dos estoques americanos totais em mais de 3 milhões de sacas em janeiro (números da Green Coffee Assoc., divulgados ontem pela Bourbon Corretora, de Londrina) fica difícil esperar uma reação de mercado. Produtores brasileiros já começam a pensar n período de geadas como fator de recuperação nas cotações. Resta muito café para comercializar, diz a Bourbon. Cafés do Paraná, com poucos negócios ficaram entre R$ 170,00 e R$ 185,00/saca. Veja também os preços de ontem nas cotações da BCML, nesta página.
FEIJÃO
Mercado calmo com poucos negócios. As ofertas são curtas, mas o interesse dos compradores é reduzido. A saca do feijão carioca varia entre R$ 25,00 e R$ 30,00. Veja cotações do Deral nesta página.
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MILHO
Com as previsões de que a safrinha será menor este ano, o preço do milho tende a retomar os níveis de dezembro, batendo nos R$ 13,00 ao produtor. Pode compensar o risco do plantio atrasado. Esta semana, está em R$ 11,20 ao produtor. Mercado calmo.
SOJA
Mercado ontem ainda funcionou sob a influência das informações do início da semana sobre o aumento das compras da China. Mas há uma preocupação junto às cooperativas do Paraná e Rio Grande do Sul. É que o atraso nos embarques da soja brasileira, motivado pela seca, está permitindo avanço norte-americano sobre espaços que o Brasil não está ocupando no mercado externo.
TRIGO
Panorama é o mesmo de terça-feira: os moinhos se abastecem basicamente com o trigo importado da Argentina. A tonelada do trigo superior importado, posto São Paulo, chega a US$ 130,00 (R$ 235,64), considerando-se a cotação do dólar comercial - venda - de R$ 1,78, ontem em Londrina).
BOI GORDO
Mercado calmo, pouca oferta e demanda ‘‘regulada’’, segundo os pecuaristas. Produtores tentam segurar boiada aproveitando as boas condições das pastagens. Em São Paulo há tentativa para pressionar alta do produto, controlando ofertas. Veja cotações nos quadros abaixo.

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