MERCADO
ALGODÃO
Nem a ausência do tipo 6 (tanto no mercado como nos leilões oficiais) encorajou a indústria de descaroçamento a abrir preços. Mercado parado.
ARROZ
Publicamos ontem que a diferença de preços do arroz tipo 1 e do tipo 2, no varejo, nunca foi tão pequena. E o consumo de arroz tipo 2 nunca foi tão baixo. O fenômeno ocorre porque o preço do arroz está muito baixo. Sobre o assunto a Associação dos Supermercados informou que a classificação do arroz em tipo 2 se descaracteriza nas promoções do varejo. Veja preço nos quadros abaixo.
CAFÉ
Especulações em torno das safras colombiana e brasileira fizeram com que as cotações em Nova York caíssem, influenciando o mercado interno. O USDA fixou a data de 14 de junho para a divulgação de seus números sobre o tamanho da safra mundial da commodity. Sincafé está sugerindo ao produtor que venda, afinal, apesar da queda de preços nos últimos 60 dias, o preço atual de US$ 110,00 ainda é um bom preço.
FEIJÃO
Banco do Brasil anunciou ontem, quarta, a liberação crédito para AGF/EGF, que chega tarde e se destina prioritariamente ao feijão preto. Mercado de ontem sem alteração. Ofertas normais de feijão preto na região Sul. Normal também para as ofertas de feijão carioca nas demais regiões. Veja quadros abaixo.
MILHO
Pressão vendedora no mercado físico devido à entrada da safra. O mercado futuro refletiu as expectativas com a quebra da safra na região Sul e se aproximou das cotações atuais do mercado físico, diminuindo o spread entre os dois mercados. Preço ao produtor no Noroeste e Oeste, ontem, indicado por cerealistas: R$ 11,20/saca. Veja quadros.
SOJA
A normalização do clima na maior parte da região sul do Brasil dissipou definitivamente a tendência altista da Bolsa de Chicago. O mercado espera por novos levantamentos das quebras (já irreversíveis), para aquilatar os números finais das safras brasileira e argentina. Chicago fechou com -2,15% nos contratos de março. Preço ao produtor do Paraná: sem alteração.
TRIGO
Mercado manteve ontem a pequena alta no preço ao produtor, registrada na terça-feira, no Oeste e Noroeste no Paraná - em relação aos preços da semana passada: R$ 12,30/saca. A tonelada do trigo importado, posto Cascavel, Maringá, Londrina e Ponta Grossa: US$ 130,00/135,00/tonelada.
BOI GORDO
O volume de vendas caiu no início da semana e não se reabilitou ontem. Existe um claro sentimento de baixa no mercado físico. Os pecuaristas estão forçando as vendas para aproveitarem os atuais níveis de preços, preenchendo facilmente as escalas dos frigoríficos. Preços inalterados. Veja quadros.
BOI MAGRO
Não acompanhou o recuo do mercado de boi gordo. Ontem o mercado permanecia firme. Preço do gado de reposição, no Noroeste: bezerros nelore 8 a 10 meses, entre R$ 280,00 e R$ 300,00. Animais de cruzamento industrial R$ 320,00 a R$ 350,00. Boi magro, R$ 450,00 a R$ 480,00.
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