São Paulo - O documento reúne projetos já em andamento no Congresso Nacional e no Executivo e trata de cinco temas econômicos infra-estrutura, sistema tributário, ambiente regulatório, reforma do Estado e gestão e inovação tecnológica e um tema político -sistema político.
Na infra-estrutura, os empresários pedem uma nova legislação para as agências reguladoras, um novo marco regulatório e uma lei para gás.
Na área tributária, a ''agenda mínima'' pede a conclusão da reforma tributária e a expansão do alcance da ''MP do Bem''.
Os empresários querem ainda a redução dos gastos público e o aumento do superávit primário -economia feita para o pagamento de juros. Hoje, a meta é de 4,25% do PIB (Produto Interno Bruto). Embora defenda a elevação da economia, Monteiro Neto disse não sugeriu uma nova meta. O objetivo dessa medida é evitar o aumento da carga tributária.
''Se nós continuarmos com esse padrão de ajuste fiscal nós não teremos salvação'', avalia.
Também foi eleita como prioridade na agenda mínima a Lei Geral da Pequena e Microempresa e avanços no sistema político para que haja a redução dos custos do processo eleitoral.
Ainda de acordo com Monteiro Neto, o governo não deve adotar nenhuma medida para alterar a política cambial.
Após a reunião com o presidente Lula, ele disse que ''não há nenhuma sinalização de mudança na política cambial''.

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