Melhorando o crédito universitário
Até 2020 a meta do governo federal é de atingir a marca de 10 milhões de brasileiros na graduação. E para atingir esse patamar, o diretor executivo da Idea Invest, Carlos Furlan, acredita que o crédito universitário terá um papel decisivo. "Se formos levar em conta que hoje temos menos de sete milhões de matrículas/ano, percebemos um deficit de três milhões (fora das universidades). Nesse cenário, vejo que o financiamento será o grande catalisador deste crescimento", afirma.
O diretor de Gestão de Fundos e Benefícios do FNDE, Antônio Corrêa Neto, compartilha desse pensamento e acredita que o setor privado tem muito mais a contribuir, desde que melhore as taxas de juros e condições de pagamento.
Já no que diz respeito ao Fies, o objetivo, segundo ele é aumentar a porcentagem de participação das instituições de ensino no programa. "Hoje as instituições aderem até um certo valor. A ideia é ter 50% delas participando com um limite e a outra metade sem limite".
Investindo na melhora do ensino ofertado mais universidades também poderiam aderir ao Fies, desde que atingissem o índice exigido pelo MEC. "Além disso, é importante que as instituições façam sua adesão ao Fundo de Garantia de Operações de Crédito Educativo (FGDUC), para que mais alunos tenham acesso ao Fies", conclui. (J.F.)





