MEI também é opção para completar renda
A lei que instituiu o Microempreendedor Individual (MEI) também contribuiu para que boa parte dos trabalhadores pudesse complementar a renda e se manter formalizado. A zeladora Suelene Idalia da Silva foi à Sala do Empreendedor, na Prefeitura de Londrina, com o filho e serralheiro Edcesar, para tentar reativar o registro que tinha e buscar uma renda melhor para a família. "Meu filho já trabalha no ramo e quer abrir uma empresa dele, porque, se não tiver uma segunda renda hoje em dia, não dá para sobreviver", diz Suelene.
O contínuo Guilherme Gimenes segue a mesma linha. "Pensei em abrir algo para ter um complemento de renda e tentar fazer uma faculdade, minha família me ajudou e abri um comércio de bebidas", explica.
A autônoma Roseli de Jesus da Silva buscou o programa para facilitar o acesso ao crédito. "Eu e meu marido trabalhamos com transporte escolar e queremos ampliar a empresa, mas, para conseguir o financiamento, precisamos do MEI", justifica. Para o vendedor autônomo Laertes dos Santos, a formalização pode garantir a realização de um sonho. "Sempre quis me estabelecer como empreendedor e estou buscando um mercado, estudando", conta. (F.G.)





