Medida é parte da solução
Gerson Rolim, da Câmara-e.net, acrescenta que o novo domínio para os sites de bancos não livra os usuários de tomarem outros cuidados contra fraudes cibernéticas. No contexto, também entram boas práticas de segurança, como manter um antivírus instalado e atualizado no computador. O software é capaz de detectar, entre outras ameaças, o chamado ''cavalo de troia'', que pode captar dados sigilosos do usuário no computador.
A Febraban admite que a adoção de medidas de segurança em Tecnologia da Informação é apenas parte da solução contra fraudes e afirma também defender medidas nas áreas jurídica e legislativa. Exemplos são a aprovação de Lei Penal para Crimes Cibernéticos e a busca de processos mais efetivos para a identificação de criminosos, como a determinação da guarda de ''logs de acesso'' que permitem rastrear local e horário em que a internet foi acessada por eles para a prática de fraudes.
A busca pela punição mais rigorosa dos criminosos é outro ponto defendido pela Federação para o combate a fraudes. ''Atualmente, na falta de uma legislação específica, integrantes de quadrilhas detidos nas operações das polícias Civil e Federal dificilmente ficam presos por um longo período, gerando uma enorme insegurança para a sociedade'', justifica a nota enviada pela Febraban pela assessoria de imprensa. A entidade lembra ainda que o Sistema Financeiro Brasileiro investe anualmente cerca de R$ 2 bilhões em tecnologia de segurança eletrônica.(M.F.C.)





