Maringá vai investir em biotecnologia
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terça-feira, 03 de abril de 2001
Marcos ZanattaDe Maringá 
A Incubadora Tecnológica de Maringá, que está complentando um ano de implantação, quer atrair empresas de biotecnologia vegetal e animal. A proposta é firmar uma parceria com a Secretaria da Ciência e Tecnologia, possibilitando a expansão na área de atuação. A gerência de biotecnologia atuará paralelamente à gerência de informática, aproveitando parte da infra-estrutura existente.
Com esse novo braço poderão ser incubadas empresas para a produção in vitro de mudas vegetais com certificação fitossanitária, de prestação de serviço em diagnose de patologias vegetais, animais e médicas e de apoio à Justiça forense com prestação de serviços em identificação baseada no DNA.
O maior problema da incubadora de Maringá, no entanto, é a falta de espaço físico. O prédio, de 300 metros quadrados, localizado dentro do campus da Universidade Estadual de Maringá (UEM), é insuficiente para abrigar todas as empresas interessadas. De acordo com a gerente, Vânia Calsavara Bueno, a demanda é bem maior do que a capacidade.
À medida que oferece o aporte necessário para a formação de novos empreendedores, a incubadora está abrindo uma linha direta com o mercado de trabalho, respondendo pela geração de empregos e renda. E esse é, na opinião do professor Carlos Sica, diretor da incubadora, o maior ganho para os participantes.
Os novos empreendedores ainda recebem consultoria técnica para comercialização de seus produtos.


