Nos próximos três anos, o Sistema Prever pretende inaugurar três crematórios nas regiões Norte e o Oeste do Paraná. O primeiro dos empreendimentos está prestes a ser concluído. A previsão é que o crematório de Maringá comece a funcionar ainda no primeiro semestre deste ano, na área hoje onde está instalado o Cemitério Parque de Maringá. Os outros dois crematórios da empresa vão ser abertos em Londrina e Cascavel.
O diretor do Sistema Prever, Reginaldo Czezacki, afirma que os pedidos de licenciamento para o crematório de Londrina devem ser protocolados nos próximos meses no Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e na Prefeitura. ''Adquirimos três áreas em Londrina que podem ser aprovadas. Ainda vamos apresentar ao prefeito e ao IAP, mas não sabemos qual delas vai ser aprovada'', adianta.
Para Cascavel, Czezacki revela que os primeiros pedidos de licenciamento só devem ser feitos em 2011. O que já existe de concreto é que o Sistema Prever já adquiriu os fornos para a cremação, que foram importados dos Estados Unidos. ''Ao todo, temos seis fornos comprados para Maringá, Londrina, Cascavel, Joinville (SC), Marília (SP) e para Porto Alegre'', conta.
Só em Maringá, onde a empresa de planos funerários trabalha há cerca de dois anos no empreendimento, devem ser investidos R$ 3 milhões. As obras civis estão em fase de acabamento e até o próximo mês o forno vai ser instalado. ''Até março vamos requisitar a licença de funcionamento ao IAP, que deve realizar alguns testes. Acreditamos que até junho, o crematório de Maringá possa atender todo o Norte do Paraná'', relata.
Dentro do Cemitério Parque de Maringá, o Sistema Prever também tem um projeto para a instalação de um cemitério vertical. Segundo Czezacki, é um projeto de médio prazo para suprir as necessidades da cidade no futuro. ''A ideia é construir um prédio de quatro a cinco andares, mas este empreendimento é para daqui quatro ou cinco anos'', diz.
Por enquanto, o foco da empresa em Maringá é o crematório. Czezacki evita falar são quais os valores previstos para uma cremação, mas adianta que pretende tornar o crematório uma opção econômica. ''Posso garantir que o valor não vai ser alto. Vai custar menos do que comprar um túmulo no cemitério'', diz.
Já para os associados dos planos funerários do Sistema Prever, o diretor avalia que a opção da cremação deve aumentar em R$ 15 o valor da mensalidade para uma família inteira. ''Não queremos oferecer um serviço caro. Queremos trabalhar com valores facilitados para que a cremação seja vista realmente como uma opção'', afirma.

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