Metade das 2.288 empresas que abriram as portas em Maringá durante o ano passado já encerraram as atividades. Os órgãos públicos no entanto não têm sequer noção dos motivos que levaram a maior parte das empresas a fechar, ou mesmo quais os setores mais competitivos da cidade atualmente. Para mudar a situação, e principalmente permitir um planejamento dos investimentos públicos e privados, a prefeitura e as entidades que representam o setor produtivo vão realizar o 1º Censo Econômico de Maringá.
A partir de setembro, 300 recenseadores recrutados pelo município e pelo Centro de Estudos Superiores de Maringá (Cesumar), estarão nas ruas para fazer o levamtamento. ''Queremos saber basicamente quantas empresa existem em cada setor, o número de empregos que gera e os recursos tecnológicos que utiliza'', explica a secretária de Indústria, Comércio e Turismo da cidade, Rosa Izeli. A previsão é estar com o resultado do censo nas mão até novembro próximo.
Ela calcula que Maringá tenha de 18 mil a 20 mil empresas ou pequenos negócios, incluindo os informais. Hoje, segundo Rosa, existem cadastradas na prefeitura 13,5 mil empresas. A grande maioria prestadoras de serviços, seguida pelo comércio e a indústria. Além de orientar o planejamento das ações públicas, o censo vai servir ainda de base para o Programa de Desenvolvimento Econômico Regional (Pder), lançado recentemente.

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