Maria de Fátima trabalha há 16 anos com costura
Há 16 anos, Maria de Fátima Correia, de 36, fez um curso básico de costura para poder trabalhar na área de confecções. De lá para cá, ela não parou mais. Trabalhou em duas empresas de confecções - Londrimalhas e ZKF - antes de entrar para a indústria de confecções Sonharte, onde está há 11 meses. ''Naquela época era mais difícil arrumar emprego. Tive sorte, fiz o curso e estou conseguindo trabalhar todos esses anos com costura''. Em relação ao salário, Maria de Fátima diz que hoje ganha melhor do que quando começou. Ela acredita que seja por causa de sua experiência.
Em três meses de escola, Maria de Fátima se lembra que ganhou um diploma de costureira. ''Acho importante a gente fazer o curso. Sem ele seria impossível trabalhar com costura'', observa ela, acrescentando que, dentro da própria empresa, acaba aprendendo a trabalhar com máquinas diferentes, como a galoneira. ''É um espécie de treinamento, um rodizío, para que elas aprendam a lidar com todas as máquinas'', informa a analista de Recursos Humanos da Sonharte, Alana Sartori. De acordo com Alana, a empresa emprega 460 mulheres que produzem em média 10 mil peças diárias, entre pijamas, camisolas, roupas íntimas, edredons, chinelos, pantufas e até bonecas. (V.B.)





