Para poder ingressar no ramo da fotocorrosão, o empresário Anderson Ensinas Gonçalves teve que bolar uma máquina para realizar a gravação e o corte químico com ácido. ''A máquina que realiza o mesmo processo é importada e caríssima, por volta de 180 mil euros'', conta Anderson.
Na sua pequena indústria, Anderson trabalha da seguinte maneira. Primeiro a chapa de metal é revestida por uma emulsão fotossensível (espécie de líquido) e o desenho é transferido pelo método fotográfico. Como este método reproduz fielmente as formas desejadas, é possível cortar, furar e gravar sem problemas.
Logo depois do desenho gravado, a chapa é inserida na máquina, que possui 120 bicos que lançam o ácido a 3kg de pressão em ambos os lados. ''Onde o chapa não está protegida pelo filme, o ácido ataca e dá forma aos objetos'', finaliza Gonçalves. (V.L)

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