Mão de obra formada com a cultura da empresa
A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) de Londrina possui nove jovens aprendizes atuando em áreas administrativas. De acordo com o pesquisador José Miguel Silveira, que também é coordenador de um projeto de pré-qualificação de jovens do Núcleo Espírita Irmã Scheilla, esse primeiro contato com o mercado de trabalho pode despertar nos jovens o interesse por uma carreira na área. "Aqueles que não conhecem muito bem um órgão de pesquisa, quando chegam ficam encantados. Temos estagiários de graduação e pós-graduação por lá e muitos jovens decidem fazer um curso superior na área por causa disso", relata o pesquisador.
Em parceria com a Escola Profissional e Social do Menor de Londrina (Epesmel), a construtora Plaenge deve abrir, a partir do mês que vem, vagas para jovens aprendizes portadores de deficiência, que deverão atuar nas áreas administrativas da empresa. A ideia é facilitar a adaptação desse público na empresa para uma futura oportunidade de emprego, afirma Luciana Siqueira, gerente de Recursos Humanos da construtora.
Em Londrina, a empresa já possui 21 jovens aprendizes de pedreiros e eletricistas em parceria com o Senai. "Um deles foi contratado. Hoje ele é auxiliar de Serviços Gerais e de Check List", conta Luciana. Para ela, a contratação de jovens aprendizes é uma oportunidade de formar mão de obra de acordo com a cultura da empresa. "Se há um grupo que está interessado, em formação acadêmica e que conseguimos absorver na empresa, isso facilita bastante porque elas conseguem mostrar o que aprendem e conseguimos uma pessoa mais comprometida e qualificada (para atuar na companhia)."(M.F.C.)





