Mão-de-obra brasileira atrai indianos
A qualidade da mão-de-obra brasileira está atraindo empresas indianas, como a Satyam, e mexicanas, como a Softtek, para o País. ''O perfil dos profissionais de TI no Brasil é fantástico'', diz Miguel Saldiva, diretor de Serviços de Outsourcing da Softtek. A empresa têm 700 funcionários no Brasil, só quatro mexicanos. Daqui, a empresa exporta serviços para os Estados Unidos e a Europa. ''A qualificação técnica é muito boa aqui, mas falta falar a língua inglesa de forma correta'', diz Saldiva. ''No México, o governo está fazendo um forte investimento para a população falar inglês.''
A subsidiária brasileira da EDS planeja contratar mais de 1,5 mil pessoas no ano, a maioria para atender a clientes no exterior. A companhia fechou 2005 com cerca de 6,8 mil funcionários.
A expectativa é multiplicar a equipe pelo menos por três. Em desenvolvimento de software, a equipe tinha 800 profissionais. Para o fim do ano, a empresa pretende chegar a 1,5 mil ou 2 mil.
A TCS do Brasil, da indiana Tata, tinha cerca de 220 funcionários em março de 2005, quando encerrou o último ano fiscal. Espera chegar a 600 no mês que vem e a 1,5 mil até o fim do ano. ''A exportação já corresponde a de 8% a 10% do faturamento, mesmo sem fazer parte da estratégia'', afirmou Sérgio Rodrigues, presidente da TCS do Brasil.(P.C.M. e R.C.)





