O habeas corpus impetrado por Ariovaldo Ferraz Arruda, dono do Posto Esperança e acusado de envolvimento com cartel de combustíveis em Londrina, foi julgado prejudicado pela 1 Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Paraná, ontem, em decisão unânime, homologando decisão de liminar do final de 2002, suspendendo o pedido de prisão preventiva.
O juiz Miguel Kfouri, afirmou em seu voto que o acolhimento do pedido de suspeição da juíza Oneide Negrão, que decretou a prisão, ocasionou a nulidade de todos os atos praticados no inquérito.
Em Londrina, o processo está sob responsabilidade do juiz substituto Álvaro Rodrigues Junior, que recebeu a denúncia novamente.