São Paulo e Rio - Passageiros de voos nacionais que tentam embarcar com bagagens de mão fora do padrão passaram a ser barrados desde esta segunda (13) em cinco aeroportos do país: Congonhas (São Paulo), Santos Dumont, Galeão (Rio de Janeiro), Santa Genoveva (Goiânia) e Salgado Filho (Porto Alegre).

Quem estiver com malas, sacolas e bolsas com medidas acima de 55 cm de altura, 35 cm de largura e 25 cm de profundidade poderá ter a mala de mão barrada antes da entrada na área de raio-x. Nesse caso, o passageiro terá de voltar ao balcão do check-in e pagar para despachá-la. A ação foi criada pela Abear (Associação Brasileira das Empresas Aéreas) e começou a ser implementada, por etapas, no dia 10 de abril.

Ela já estava valendo nos aeroportos Juscelino Kubitschek (Brasília), Afonso Pena (Curitiba), Viracopos (Campinas/SP), Aluízio Alves (Natal), Confins (Belo Horizonte), Pinto Martins (Fortaleza), Guararapes (Recife) e Val-de-Cans (Belém).

A nova norma, que segue o padrão de malas de bordo usado pela Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo), serve para as principais companhias que operam no país: Gol, Latam, Avianca Brasil e Azul.

Fiscais com coletes amarelos param os passageiros com malas que estão visivelmente perto do limite de tamanho permitido. Eles tentam encaixar as malas dentro de um gabarito de plástico. Se o volume não couber no gabarito, não pode ser levado na cabine.

Em Congonhas, os modelos de malas mais parados no começo da tarde eram aqueles com rodinhas, com o corpo de plástico rígido ou de tecido com bolsos frontais. Os fiscais ajudavam o passageiro a "espremer" a mala, para tentar encaixá-la no gabarito.

No dia 23, o despacho também começará a ser obrigatório nos terminais de Guarulhos (São Paulo) e Luís Eduardo Magalhães (Salvador), que ainda passam pelo período de orientação.

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