Gerador de emprego, renda e sustentáculo econômico de diversas famílias brasileiras, o artesanato agora procura se profissionalizar e captar novos mercados fornecedores. É desta forma que os premiados da terceira edição do Top 100 de Artesanato, promovido pelo Sebrae, vislumbram incrementar seus negócios nos próximo anos.

No evento que encerra hoje, no Rio de Janeiro, 100 unidades produtivas do artesanato foram escolhidas as vencedoras entre mais de 1,8 mil inscritas, dentre elas três paranaenses (ver box). Durante dois dias, os profissionais de diversas regiões tiveram ainda a oportunidade de expor seus produtos numa rodada de negócios, com a expectativa de gerar R$ 3 milhões.

De acordo com o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, houve um incremento de 80% nas inscrições do prêmio neste ano em comparativo à última edição, realizada em 2009. Barretto avaliou que o setor de artesanato é um dos mais importantes para a instituição, com 65 projetos e atendendo mais de 12,8 mil artesãos, sendo que todos devem ser formalizados para trabalhar com o Sebrae. ''Além de ser uma tradução da cultura e da identidade do povo brasileiro, o artesanato é importante para nossa economia. Teremos dois grandes eventos esportivos nos próximos anos aqui no País e este é um nicho que deve ser aproveitado.''

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