Curitiba - O número de caminhões parados com soja transgênica paraguaia, no pátio de triagem do Porto de Paranaguá, aumentou de oito para 13. Todos da mesma empresa Agrorama do Brasil Ltda., de Guaíra. A informação extra-oficial é que os caminhões estavam em trânsito e não deu tempo para a empresa avisar que as cargas enviadas pela mesma estavam passando por um ''pente-fino'' na análise das cargas, informou ontem o delegado da Polícia Civil de Paranaguá, Sebastião Gaspar.
Os caminhões estão retidos por transportar soja transgênica oriunda do Paraguai, carga acompanhada de laudo emitido pela Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar) que a soja é convencional e oriunda do município de Guaíra. O impasse maior é a retenção dos caminhoneiros que estão impedidos de sair de Paranaguá e com isso estão sem faturar com o transporte da safra, admitiu o delegado.
Na segunda-feira, o delegado pretende indiciar criminalmente o dono da empresa, que até ontem não havia comparecido à delegacia de Paranaguá, embora já tenha sido intimado.

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