O segredo para a Coopavel chegar à posição de quinta maior cooperativa do Paraná e décima do Brasil em faturamento teve início em 1985, época em que Dilvo Grolli, ex-funcionário do antigo Bamerindus e com astúcia do bom empreendedor do século XXI, foi convidado a integrar a nova diretoria. Naquela época o crédito nos bancos estava cortado, havia títulos protestados, atraso na folha de pagamento dos funcionários, dívidas com agricultores cooperados e desvio de produtos destinados à Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
No final dos anos 80, a Coopavel teceu um plano de recuperação econômica e de resgate credibilidade junto à comunidade, investindo na industrialização. A estratégia foi investir na distribuição de insumos para incrementar a produção de base e na comercialização de commodities (soja, milho e trigo). Em 1989, a empresa iniciou seu mais ousado projeto, chamado Coopavel Carne, com a transformação da soja e do milho em carne e também em leite.

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