São Paulo - O presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva (PT) confirmou seu apoio ao novo acordo do governo com o Fundo Monetário Internacional, mas criticou pontos que poderiam ''restringir'' a liberdade do novo presidente. Ele citou especificamente o rebaixamento do piso das reservas para US$ 5 bilhões e a manutenção da meta de superávit primário em 3,75% do PIB até 2005 - ou seja, quanto o país se compromete a economizar para pagar os juros da dívida pública.
Lula prometeu respeitar a meta no ano que vem, mas afirmou que tentará criar condições para que seja modificada futuramente. Para o petista, que leu uma nota elaborada em conjunto pelas principais lideranças do partido, o pacote era ''inevitável''. ''Entendemos que este acordo permite tranquilizar o mercado e, com isso, dar uma chance, se forem tomadas as medidas corretas, de o Brasil voltar a crescer'', disse.

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