O setor laticinista está em fase de transição e a competitividade cada vez mais acirrada. Para sobreviver, busca qualidade e eficiência.

Antes da implantação do Plano Real, no caso da Vigor, a maior fonte de renda da empresa era o leite pasteurizado, que respondia por 50% da receita. Após a estabilidade econômica, o pasteurizado perdeu mercado para o longa vida, que cresceu 70% neste período, respondendo po r metade do faturamento da empresa. Trinta por cento foram provenientes dos derivados e manteiga e o restante dos demais produtos, como a linha de sucos.

A receita da Vigor alcançou R$ 516 milhões no ano passado. Para este ano, o vice-presidente não quis estimar um número, mas garantiu que haverá crescimento. Até setembro, no entanto, o faturamento bruto consolidado alcançou R$ 384,69 milhões, 1,8% a meno s que nos primeiros nove meses de 2000.

O Grupo Vigor é composto pelas empresas Vigor, Leco, Dan Vigor e Refino de Óleos Brasil (ROB). As três primeiras atuando no setor de laticínios e a ROB inserida no setor de gordura vegetal, última aquisição do grupo em 1995. Segundo Ramos, a Vigor não está à venda e nem negociando com nenhum grupo alguma associação.

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