Lojistas sentem baixa no movimento
Curitiba - Os lojistas estão sentindo no caixa o reflexo na baixa do movimento. A proprietária da loja de bolsas e acessórios Poá, Adriana Tonieto, disse que teve que criar uma promoção com redução de preços nos últimos três meses para atrair clientes. Tive que vender produtos pelo preço que paguei dos fornecedores e estava quase fechando a loja. Agora, melhorou um pouco com a promoção, contou.
A gerente da loja de calçados Belluno, Cleuza Mara do Rocio Soares, contou que a queda no movimento começou a partir de maio. Nos dias de jogos da Copa do Mundo não entrou ninguém na loja, contou. Ela espera que as vendas comecem a aquecer a partir de setembro.
Os consumidores ouvidos pela Folha também disseram que estão reduzindo gastos. A relações públicas Moema Zuccherelli contou que está controlando mais o orçamento, o que inclui economia com água, luz, telefone e alimentos. No supermercado, compro só o que está na lista, disse. A dona de casa Meri Moskalewski adiou compras de peças de vestuário, eletrodomésticos e até a compra de um carro. Vi uma bota por R$ 270. Como tenho outras botas resolvi não comprar, contou. (A.B.)





