Lojistas querem fim das feiras de ponta de estoque
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quinta-feira, 02 de outubro de 1997
Marcos Zanatta Sucursal de Maringá 
Arquivo FolhaSuperpromoçãoSindicato do comércio quer trocar feiras restritas a um grupo de lojas por campanhas de vendas mais abrangentesO Sindicato dos Lojistas e do Comércio Varejista de Maringá (Sivamar), quer acabar com as feiras de ponta de estoque da cidade, e adotar campanhas que envolvam o máximo de setores da economia local. O presidente da entidade, Massao Tsukada, explica que as feiras são restritas, abrindo a participação para uma média de 150 lojistas, enquanto o número de interessados passa de dois mil comerciantes. Somos favoráveis às promoções, desde que envolvam o maior número de empresas, desde o comércio em geral até postos de combustíveis, hotéis, restaurantes e outros setores interessados, afirma.
O Sivamar está sugerindo a realização de campanhas, ao invés de feiras de ponta de estoque, ao município e a Associação Comercial e Industrial de Maringá (Acim). A entidade ressalta que junto com a própria Acim e a Associação Paranaense de Supermercados (Apras), vem desenvolvendo projetos de campanhas para ampliar as vendas. Uma das iniciativas é a abertura do comércio em horário especial no dia 11 de outubro, véspera do Dia das Crianças e no dia 8 de novembro, sábado, no lançamento da campanha de Natal.
A campanha será lançada no dia 6 de dezembro, também sábado, com show com a dupla Sandi e Júnior no estádio Willie Davids. Vamos abrir o comércio o dia inteiro com promoções e depois levar os consumidores para o show, explica Tsukada. Ele acredita que uma campanha geral do comércio, nestes dias especiais, tenha o poder de atrair consumidores de toda a região.
Outro esforço inédito do setor empresarial, ressalta ele, é a união dos sindicatos patronais e dos empregados do comércio, o Sincomar. Juntas, as entidades pretendem promover um show com o cantor Daniel, que fazia dupla com João Paulo, na festa do Dia do Comerciário. O show será uma demonstração concreta do clima de harmonia e entendimento existente na relação capital-trabalho do comércio de Maringá, ressalta Tsukada.


