Laranja de mesa e banana substituem monocultura
Em Nova América da Colina, Norte Pioneiro, a produção e comercialização de laranaja de mesa foi o caminho encontrado pela comunidade rural para aumentar a renda. O extensionista Lucas Batista Neves, da Emater, e o produtor Sérgio Yamamoto, explicaram que a laranja para consumo in natura tem um nicho de mercado diferente do da laranja industrial. O consumidor paranaense recebe o excesso do que é exportado e carece de um produto de melhor qualidade.
Em Andirá, o desenvolvimento rural se dá através da banana. O produtor André Petreli e o técnico Jackson Pinelli abordaram o tema A banana como fator de mobilização social e geração de renda. Eles colocaram os avanços e as limitações encontradas e como contornam situações adversas. Em todos os depoimentos houve destaque para: Programa Paraná 12 Meses, parcerias com prefeituras e outras instituições; melhoria da infra-estrutura e logística como transportes. Mas o importante para esses agricultores que saíram de grandes dificuldades e agora estão se capitalizando lentamente, são as parcerias bem amarradas e bem definidas, em que haja compromisso de todas as partes.
O secretário municipal de Agricultura de Londrina, Nilson Ladeia de Carvalho, relatou a experiência de Londrina na Gestão Participativa e conselhos distritais.
Para Adelar Motter, coordenador de Difusão de Tecnologia do Iapar, é possível, conferir à zona rural as mesmas condições de vida dos centros urbanos, em termos de conforto e praticidade. Em termos ambientais, as condições de vida rural podem ser melhor que a urbana. Adelar, do Iapar, e Ricardo Magno da Silva, do Sebrae, discorreram sobre as conclusões do Painel, coordenado pela Emater. No encerramento, o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Francis Galli, fez um discurso emocionado ao constatar que os produtores estão se dando conta de sua importância para a economia. Participaram ainda Florindo Dalberto, presidente do Iapar, e Rubens E. Niederheitmann, presidente da Emater.





