Lama também não deu trégua
E se as enxurradas e alagamentos destruíram diversas pontes e danificaram estradas da região Norte do Estado, a Ceasa Londrina também não passou imune. Na terça-feira, uma empresa precisou ser contratada para tirar toda a lama que caiu dos barrancos e tomou o pátio e os corredores do local, só não invadindo os boxes porque a maioria deles fica fechado na terça. Ontem, durante a movimentação normal, ainda foi possível ver muita lama no local. O posto de combustível vizinho, inclusive, teve parte da estrutura destruída pela chuva.
O presidente da Associação Representativa dos Usuários da Ceasa de Londrina (Arucel), Clóvis Tsuzaki, disse que a situação ficou tão crítica que os permissionários solicitaram ajuda financeira para a diretoria da Central, em Curitiba. A verba foi liberada prontamente para resolver a situação e o local funcionar normalmente ontem. "O barro pegou todos de surpresa. Precisamos contratar uma empresa especializada, que utilizou um trator para retirar toda a lama que invadiu o local". (V.L.)





