A Associação dos Revendedores de Combustíveis do Norte do Paraná (Arcom) lançou ontem o laboratório móvel para testar a qualidade dos combustíveis vendidos em Londrina. O laboratório é uma das iniciativas que compõem o ‘‘Pacto Público de Normatização e da Prática Comercial’’, criado pela Associação para preservar o equilíbrio entre as empresas do setor, funcionários e consumidores, segundo o presidente da Arcom, Ariovaldo Ferraz Arruda.
A adesão dos donos de postos ao Pacto será espontânea. ‘‘Quem aderir ao Pacto está declarando, automaticamente, que faz uma operação idônea porque uma das iniciativas do programa é colocar lacres nas bombas dos postos. O empresário terá que ter as notas de tudo o que for vendido’’, diz.
O laboratório móvel, cedido em caráter emergencial pelo Procon de Curitiba, percorreu postos da cidade durante toda à tarde de ontem. Não foi encontrada irregularidade.
Anteontem, também entrou em funcionamento o disque-denúncia da Arcom – 0800437731. No final da tarde, o sistema já havia registrado 40 reclamações. A maioria se referia a carros que apresentaram problemas logo após o abastecimento. A Associação preferiu não divulgar o nome dos denunciados antes do resultado dos testes. Uma das iniciativas da Arcom que deve gerar polêmica é a estipulação de um preço mínimo de venda, baseado nas planilhas de custos dos postos.

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