Curitiba - A negociação salarial dos trabalhadores de segurança privada vai ser decidida em julgamento do dissídio coletivo no final de fevereiro no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Ontem, em audiência pública, o Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Paraná não aceitou a proposta de reajustar os salários em 10%. O sindicato patronal ofereceu apenas a reposição da inflação do período, ou seja, 7% de aumento. Os trabalhadores não pretendem voltar a fazer greve e vão aguardar o julgamento do dissídio.
Ontem, as agências bancárias funcionaram normalmente, no entanto, ainda faltou dinheiro no autoatendimento por conta da greve dos funcionários de transporte de valores que trabalham nos carros-forte. Hoje, acontece uma audiência no TRT para discutir a negociação salarial desta categoria. O sindicato patronal ofereceu 5% de reajuste e redução de 15% no piso para novas contratações.
Na última quarta-feira, o desembargador e vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), Luiz Eduardo Gunther, tinha proposto um reajuste salarial de 10% e um aumento de 10% no vale-refeição em audiência de conciliação entre os trabalhadores e o Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Paraná (Sindesp). Os trabalhadores de segurança privada encerraram a greve iniciada na segunda-feira, na tarde de quarta-feira.

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