Arquivo FolhaSem perdãoPeça não resgatada até 30 dias após o vencimento vai a leilãoO penhor de objetos da Caixa Econômica Federal (CEF) é o meio mais barato para o consumidor que precisa obter dinheiro emprestado no mercado. O empréstimo oferecido pela Caixa, por meio do penhor de jóias, pratarias, instrumentos musicais e eletroeletrônicos, como filmadora e câmera fotográfica, embute juro de 2,95% ou 3,70% ao mês. Um nível de custo inferior às taxas, entre 4% e 6,90%, cobradas do tomador no crédito pessoal por bancos privados. Nas financeiras, os juros chegam a 14% ao mês.
Nas operações de penhor de peças avaliadas até R$ 200,00, a CEF cobra juro de 2,95% ao mês; no caso de peças com valor de avaliação acima de R$ 200,00, a taxa sobe para 3,70%. Além disso, o cliente paga taxas de abertura de crédito e de seguro. O prazo pode ser de 28, 56 ou 84 dias.
O cliente embolsa, em média, 70% do valor de avaliação da peça penhorada. A operação de penhor pode ser renovada mediante o pagamento dos encargos contratuais. Mas, se não for resgatada até 30 dias após o vencimento do contrato de penhor, a peça será leiloada pela CEF.

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