Junho inicia nova fase do mercado
Início de semana e início de mês. Com exceção do milho, que deve permanecer mais algumas semanas sob pressão da oferta, e submetido aos caprichos das indústrias - que aproveitam para aviltar os preços comprando ''da mão para a boca'' -, alguns produtos começam a sentir sinais de mudanças. No caso da soja, a influência da safra norte-americana será menor. Com o câmbio se fixando em torno dos R$ 3,00/US$ 1,00, o mercado ficará mais dinâmico. O café se beneficiará dos leilões de opção, ainda que os valores fixados pelo Ministério da Agricultura tivessem ficado abaixo do esperado. O boi gordo começa a reagir, embora tradicionalmente o mercado ainda tem mais 60 dias de retração. O feijão sente mais fortemente a pressão da oferta, que não houve até agora.





