A jornalista Cláudia Daré, de Presidente Prudente (SP), reclama que teve seu carro teria sido arrombado no estacionamento do Catuaí Shopping Center, no último dia 12. Ela diz que uma mala e uma bolsa de mão foram furtadas do interior do porta-malas do Fiat Palio, durante o dia. A jornalista ameaça entrar com ação contra o Catuaí, que se nega a fazer o ressarcimento por considerar que não há provas de que o furto ocorreu dentro do shopping.
Cláudia conta que veio a Londrina buscar seu marido que chegava de uma viagem a trabalho e, depois de dar uma volta para conhecer a cidade, deixou seu carro estacionado no Catuaí por quatro horas.
''Ao tentarmos abrir o porta-malas para colocar uma pequena compra que fizemos, notamos o arrombamento'', conta a jornalista, avaliando os objetos furtados em cerca de R$ 5 mil.
Depois de comunicar o shopping, o casal acionou a PM e registrou boletim de ocorrência.
O gerente de marketing do Catuaí, Pedro Franciscon, informa que ''não há indícios de que o arrombamento e o furto ocorreram dentro shopping''. Ele diz ainda que o próprio boletim de ocorrência confirma que o carro 'não tem sinal de arrombamento''. Ele observa, no entanto, que a segurança do shoppping constatou que a fechadura do porta-malas ''estava mole'', como se tivesse sido forçada. ''Mas não significa que isso tenha ocorrido aqui'', reforça.
Outro aspecto, segundo Franciscon, é que o próprio marido de Cláudia Daré entrou em contradição ao reclamar para a segurança do shopping. ''Na hora, ele disse que não tinha certeza que o furto tinha ocorrido no Catuaí, já que eles haviam passado em outros lugares da Cidade'', afirma.
O gerente de marketing esclarece que o Catuaí tem sistema monitorado de segurança com a utilização de câmeras dome, que fazem um rodízio de imagens. ''Nossos profissionais monitoram as imagens e se percebem alguma situação suspeita avisam a segurança'', diz, informando que no dia 12 de abril nada foi constatado.

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