Joelmir Beting
PUBLICAÇÃO
terça-feira, 08 de setembro de 1998
Um nó cambial? 
- Falar em nó cambial, no caso brasileiro, é cochilo de interpretação da crise importada. Porta de entrada da fuzarca global, o déficit externo é mero subproduto do déficit interno. Este, construído, festivamente, nos últimos 40 anos e não nos últimos 4 anos. Nosso nó cego é o fiscal e não o cambial.
E a âncora?


