São Paulo - A economia do Japão - que, segundo o ministro da economia, Heizo Takenaka, enfrenta condições ‘‘muito severas’’ - ainda sofre com a deflação, e os preços ao consumidor voltaram a cair em fevereiro em -1,6% e o desemprego continua elevado com uma taxa de 5,3%, pouco abaixo do índice de dezembro que foi de 5,5%, um recorde. O número de desempregados em fevereiro alcançou 3,5 milhões de trabalhadores.
A produção industrial do país cresceu bem abaixo dos esperados 2,5%, ou seja, ficou em 1,3%, insuficiente para aquecer a economia.
Ontem foi o último dia do ano fiscal japonês e, mesmo com os indicadores de fevereiro, o ministro Heizo Takenaka, acredita em uma reação da segunda maior economia do planeta. A deflação no Japão precisa ser superada com a busca do aquecimento da economia e, segundo analistas, as medidas já adotadas têm efeito lento e gradual.

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