Itaú garante que não houve fraude do banco
O diretor de Relações Institucionais do Banco Itaú, Aldous Galetti, negou que o banco, funcionários ou diretores tenham qualquer responsabilidade na venda ilegal de ações que estavam em nome de Mariza de Fátima Carlsson Gomes. O diretor descarta a possibilidade de ter ocorrido fraude interna e não considera a hipótese de funcionários terem acessado a senha de Mariza, forjando documentos em nome de uma acionista fantasma.
Segundo Galetti, o banco em momento algum, através de seus funcionários, provocou qualquer ato que pudesse prejudicar alguém. Na nota que foi divulgada através da assessoria de imprensa, Galetti repete diversas vezes que o Itaú não falsificou documento nem foi responsável por qualquer situação irregular.
Está mais do que provada a inexistência de ato ou providência do banco que possa ser considerado lesivo ao cliente, afirmou o diretor de Relações Institucionais.
O caso está parado na 9ª Vara Cível de Curitiba desde julho. Para tentar agilizar o processo, o advogado Magnus Kaminski entrou na Justiça de São Paulo com uma carta precatória de citação dos responsáveis pela suposta fraude. Até esta sexta-feira, o juiz responsável não tinha dado andamento ao processo. A alegação é de que há 14 mil precatórios acumulados nas Varas da Justiça paulista. (C.M.)





