Italianos podem instalar fábrica de química fina
Cláudia Lopes
De Londrina
O grupo italiano Zambon pode instalar uma fábrica de química fina em Londrina. A informação foi dada ontem pelo prefeito Antonio Belinati durante solenidade de assinatura de ordem de serviço para a construção de uma passarela na zona sul. O presidente do grupo, Andrea Zambon, desembarca hoje, às 11 horas, no aeroporto de Londrina e, à tarde, sobrevoa a cidade de helicóptero para conhecer áreas com potencialidade para a construção da fábrica. Ele virá acompanhado do gerente geral do grupo na Espanha e Amércias, Davide Sirtoli, do gerente geral no Brasil, João Carlos Momesso e dodiretor de Marketing, Jorge Suel Cury.
O presidente da Companhia de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Farage Kouri, disse que a possível instalação do grupo italiano em Londrina ainda está em fase de negociação. O principal produto da Zambon é o expectorante fluimucil.
Fundado em Milão em 1906, o grupo é hoje um conglomerado industrial em pesquisa, desenvolvimento e fabricação de produtos farmacêuticos, químicos e hospitalares que atua em 18 países na Europa, Ásia e Américas. No Brasil, o Laboratório Zambon foi inaugurado há 41 anos e produz medicamentos para toda a América Latina. Neste ano, o grupo, com sede em Milão, está investindo US$ 300 milhões em pesquisas.
O Zambon terá um estande na 1ª Feira Internacional de Equipamentos, Produtos e Serviços para Estabelecimentos de Saúde, que começa hoje no pavilhão Expoara, em Arapongas, onde vai expor cerca de 35 produtos. Em maio passado, o grupo italiano e a Corix Corporation, empresa de biotecnologia, firmaram contrato de licenciamento e colaboração para desenvolver uma vacina contra o câncer de pulmão. Andrea Zambon também faz palestra hoje na feira, às 20h30, sobre Indústria de medicamentos no terceiro milênio.





