Italiano aprecia mais a massa do que o molho
Além das massas, a produção de Grazia Veronesi também oferece três tipos molhos prontos (congelados): ao sugo, ragu de carne (à bolonhesa), primavera (com presunto e ervilha) e o de atum. Mas a empresária conhece vários outros tipos de molhos que costuma fazer na sua casa, onde o consumo de massa é quase diário.
Ela cita o quatro queijos (parmesão, gorgonzola, requeijão e provolone), o pesto (que tem como base azeite e basílico, uma espécie de manjericão italiano) e o brodo. Este último leva dois tipos de carne (músculo e ossobuco), cenoura, cebola, salsão e água suficiente para deixar a mistura cozinhando em fogo baixo durante três horas. Depois você coa e usa o caldo para cozinhar o tortellini. Fica como uma sopa, é muito bom, sugere a italiana.
Ela diz que as massas recheadas combinam também com um molho muito simples feito apenas com creme de leite e manteiga. Na opinião da italiana, o brasileiro usa muito molho no macarrão. Na Itália, as pessoas apreciam mais a massa do que o molho. Uma boa massa não precisa de muito molho, afirma.
Para um bom molho ao sugo, ela sugere comprar tomates rasteiros bem maduros e processá-los (ou cortá-los bem fininhos) sem a pele e as sementes. (G.M.)





