Apesar de já ter informado o governo paraguaio a possibilidade de rebaixar o nível do lago caso seja preciso garantir a geração máxima de energia elétrica necessária ao Brasil, a diretoria da Itaipu ainda não confirmou quando a ação será efetivada.
Segundo a assessoria da usina, por ser uma obra binacional, é necessário informar ao país vizinho sobre qualquer mudança ou situação emergencial. No entanto, um acordo mútuo assinado entre as duas nações não exige ‘‘autorizações’’ para tais casos. A divisão de imprensa informou ainda que o rebaixamento será efetuado somente depois de avaliações técnicas.
O rebaixamento de até 10 metros (a cota normal do lago gira em torno de 220) seria necessário para compensar a baixa produção das outras regiões prevista para os meses de seca (setembro e outubro), onde os reservatórios estariam com sua capacidade esgotada. (E.D.)

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