‘‘Não é um bom negócio, é um risco tão grande quanto se investir em ações. Arriscado porque depende muito da movimentação do dólar, que atualmente anda bem instável. A curto prazo, então, é um péssimo negócio. A médio e longo prazos pode até ser que o investidor ganhe alguma coisa, mas na medida em que ele estiver bastante ligado ao mercado externo’’.
Francisco Simões, economista.

‘‘É preciso analisar bem antes de fazer uma aplicação em ouro. Existem investimentos mais rentáveis, como a bolsa de valores e os fundos de renda fixa. O ouro teria que ser a última opção para um investidor. Não diria nem que é por ser um investimento de risco, mas, sim, de baixo retorno, pois a procura está bastante estabilizada’’.
Maria de Fátima Campos, economista.

‘‘O ouro já foi um bom negócio, mas agora é um investimento de risco. A longo prazo, principalmente, não é muito conveniente, pois está muito ligado às questões cambiais. Embora tenha tido um rendimento de 23,53% nos últimos 13 meses - passou de R$ 34 para R$ 42 a grama - ainda é arriscado, pois daqui pra frente essa porcentagem pode começar a cair. Os títulos de renda fixa são mais seguros e interessantes, já que renderam no mesmo período cerca de 25%’’.
Flávio Oliveira dos Santos, economista.

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