O investidor Naji Nahas, foragido da Justiça brasileira, está na Europa, depois de uma rápida passagem pelo Egito, país onde foi criado. Até agora à noite a Polícia Federal não havia recebido qualquer pedido para solicitar a extradição.
O início do processo que pode levar à extradição ocorre com o pedido formal do juiz do caso, Guilherme Calmon da Gama, da 25ª Vara Federal do Rio de Janeiro. De posse do pedido, a Polícia Federal pede o auxílio da Interpol para localizar a pessoa a ser extraditada.
Na verdade, esse pedido é lançado na Internet. Localizado o foragido, o Brasil pede a extradição por meios diplomáticos. Ou seja, a embaixada brasileira é a portadora do pedido às autoridades dos países envolvidos.

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