A indústria de medicamentos Sandoz Brasil, que fica em Cambé, é uma das principais interessadas na instalação de escritórios de fiscalização sanitária no Terminal de Logística de Carga (Teca) do Aeroporto Governador José Richa, em Londrina. Apenas a empresa tem demanda por 750 toneladas de insumos importados ao ano e o gerente de supply chain da fábrica, Alessandro Riquetti, diz que o local atende praticamente toda a necessidade da empresa, exceção a produtos que precisam de refrigeração.
Ele diz que o aeroporto de Londrina ainda tem custos logísticos menores do que os demais aeroportos que são usados pela Sandoz. "E tem condições de liberar mais rapidamente os processos de importação, disponibilizando de maneira mais rápida os materiais para uso na produção e entrega aos nossos clientes", afirma. Riquetti conta que, para a empresa, isso significa custos mais baixos que podem chegar ao produto final. Por ano, a Sandoz gasta mais de R$ 800 mil com comércio exterior, em 700 processos de importação. "São os custos menores, visto que temos custos maiores envolvendo frete, armazenagem, entre outros", cita.
Para o município, ele lembra que o aumento no volume de operações de serviços como operação logística ou despacho aduaneiro teria impacto no recolhimento de impostos e em empregos em logística. "A Sandoz é solidária às empresas da região que entendem e estimulam a criação destes serviços no aeroporto de Londrina e se coloca à disposição das autoridades locais para contribuir com este processo em prol do crescimento da região." (F.G.)

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