Em sua segunda edição, a Brasil Franchising Expo 97 (BFE’97), no Rio de Janeiro, terá 170 franquias para quem tiver disposição para percorrer os 7.000 metros quadrados do Riocentro, nos quatro dias de feira. O evento ocorre de 29 de outubro a 1º de novembro.
O movimento de negócios está projetado em torno de R$ 70 milhões. No ano passado, foram R$ 50 milhões. Para este ano, a organização prevê 30 mil visitantes. Em 1996, foram 23 mil. Cerca de 60% dos franqueadores são de São Paulo. ‘‘Estarão no evento as redes que querem se expandir para o Rio e Nordeste’’, diz o vice-presidente da ABF Rio, Luiz Henrique do Amaral.
Existem 200 franquias no Rio de Janeiro. É o segundo mercado do País, segundo Amaral. ‘‘Só perde do Estado de São Paulo.’’ A estimativa de crescimento para este ano está em torno de 30%.
Uma novidade é a chegada de quatro franquias estrangeiras, a procura de master franqueados. A rede de salões de cabeleireiro The Barbers exige investimento na franquia de R$ 77 mil; a Veneta, de conserto de copiadoras, R$ 50 mil; a de impressões rápidas Press-a-Print, de R$ 100 mil a R$ 250 mil; e a de treinamento e recrutamento Crestcom, R$ 77 mil.
Quem mora no interior também terá a oportunidade de visitar uma feira de franchising. De quarta-feira a domingo, estará ocorrendo, em Campinas, a Franchise Fair’97. Estarão presentes 40 expositores e o volume estimado de negócios e de US$ 40 milhoes. Participam apenas três empresas de Campinas. A franquia mais barata é a de venda de cachorro-quente Dogão, que exige investimento de R$ 1,8 mil. Uma das mais caras é a norte-americana Kenny Rogers Roasters, que comercializa grelhados (R$ 300 mil).

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