O Programa Paraná-Europa é de integração institucional (troca de conhecimentos, diríamos) e empresarial (a produção) entre regiões parecidas. O presidente do Programa, Remo Veronesi, lembra que grande parte dos trabalhadores brasileiros são filhos de europeus. ‘‘Precisamos explorar essa questão genética, as semelhanças’’.
A proposta que ele defende há anos é que o Paraná faça esse acordo de integração com a região Emilia-Romagna para que, juntos, transfiram o modelo produtivo da pequena e média empresas italianas para o Estado. A transferência é bancada pelo BID e Comunidade Européia. A custos zero, segundo Veronesi.
Com isso, Londrina faz um laço de co-irmandade com Módena para implantar em seu município um parque tecnológico internacional. Um modelo de produção para atrair mais indústrias e fortalecer as do mercado. Também desenvolve com Módena centros internacionais de desenvolvimento econômico, artesanato (em italiano, é a produção de ourives, cerâmicos, vidreiros artísticos, marceneiros). E Londrina fica ainda com uma exposição permanente de agroindústria, agropecuária e mecânica.
O município entra com a Prefeitura, universidade, associações de categorias, Sebrae, Adetec (Associação do Desenvolvimento Tecnológico), Sociedade Rural do Paraná e outras entidades. Da parte de Módena, Câmara de Comércio (sede operativa do Programa Paraná-Europa), universidade, associações de categorias, Centro Exterior e outras entidades. Quem coordena a integração é o Paraná-Europa. (B.F.)

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