A ameaça de calote dos Estados Unidos e o rebaixamento da nota de crédito do país pela agência Standard & Poor's causou furor nas bolsas de valores ao redor do mundo. No Brasil, a Bovespa fechou a última segunda-feira com queda de 8,08%, abaixo dos 49 mil pontos, o menos patamar desde abril de 2009. No dia seguinte, a Bolsa teve uma recuperação, fechando na maior alta desde outubro de 2009, em 5,1%.

Com todo esse sobe e desce, a FOLHA conversou com especialistas para saber como deve se portar o pequeno investidor que vislumbra entrar neste mercado ou aquele que já está operando na Bolsa e foi pego de surpresa em meio a este turbilhão econômico. Um dos entrevistados, Charles Vezzozo, especialista em finanças pessoais e corporativas, ressalta que agora não é um bom momento para quem pretende investir em ações. Saiba por que na matéria de Victor Lopes.

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