A Incubadora Internacional de Empresas de Base Tecnológica da Universidade Estadual de Londrina (Intuel), que faz parte da Agência de Inovação Tecnológica (Aintec), está com edital aberto a novos projetos até dia 4 de agosto. Qualquer pessoa pode apresentar sua proposta, desde que seja inovadora e de base tecnológica.
De 114 projetos prospectados pela unidade desde 2001, 24 tornaram-se empresas graduadas, ou seja, seguiram de forma independente no mercado. Algumas delas hoje são destaques, como a Oníria e a Guenka. A capacidade do órgão é para abrigar 12 empresas pré-incubadas e 10 incubadas ao mesmo tempo.
A diferença é que no primeiro caso, os projetos ainda não estão totalmente formalizados. Quando recebem seu CNPJ, as empresas passam ao status de incubadas e ganham sala própria dentro da Intuel. Segundo o gerente da Aintec, Pedro José Granja Sella, no ano passado, as 17 empresas abrigadas empregavam 100 pessoas. "Elas ficam conosco num prazo de 3 a 5 anos", conta.
Durante a pré-incubação, as empresas pagam uma taxa de R$ 180 por mês e, na incubação, cerca de R$ 400. Ali, elas usufruem de toda a estrutura, como sala própria, de reuniões, telefone, computadores, internet, sem taxas adicionais. E contam com o apoio das 15 pessoas que trabalham no local, entre servidores e professores da UEL, bolsistas e pessoas contratadas no mercado.
Sella explica que os interessados precisam se candidatar no site do órgão (www.aintec.com.br) até 4 de agosto. Eles terão de preencher um documento chamado sumário executivo, no qual devem explicar seus projetos, que serão submetidos a uma pré-seleção. Até aí, não há custo nenhum. Os pré-selecionados passarão por um curso e terão assessoria para escreverem seus projetos, serviço que custa R$ 80. Os projetos serão então submetidos a uma banca formada por cinco pessoas, entre representantes da UEL, do Sebrae e do empresariado londrinense. Os aprovados serão pré-incubados. (N.B.)

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