INOVAÇÃO - Guloseimas com tecnologia
Maria-mole, pé de moleque, paçoquinha, creme de amendoim, suspirão cor-de-rosa, canudo com bexiga, doce de banana no copinho e por aí afora. Quem não se lembra de pelo menos uma vez ter experimentado uma dessas guloseimas quando criança? Apesar do crescimento da indústria dos chocolates, chicletes e balas, tais produtos ainda têm espaço no mercado.
Os doces resistem porque são tradição e a tecnologia os deixam cada vez mais gostosos e cremosos. O adulto revive as lembranças de infância e quem é criança atualmente também acaba descobrindo esse prazer, diz Maria de Fátima Fernandes Cassitas, diretora de Recursos Humanos da Prodasa, em Arapongas. A empresa surgiu há 40 anos com foco nos doces e hoje tem como carro-chefe os biscoitos, além de fabricar balas e macarrão. Apesar de representar apenas 8% de tudo o que a unidade fabrica, as guloseimas ainda devem resistir por muito tempo. O fortalecimento da nossa produção de biscoito faz com que possamos manter os doces. Não temos interesse em acabar com eles, justifica.
As guloseimas são as mesmas de antigamente, porém com qualidade superior. O processo manual quase não existe mais. Grande parte da produção é automatizada e os cuidados com a segurança alimentar são rigorosos. Se antes a bexiga saltava aos olhos no canudo de maria-mole, hoje o brinquedo vem acondicionado em saco plástico separado do doce.
● Período que vai desde o nascimento até aproximadamente o décimo-primeiro ano de vida de uma pessoa. Nessa fase, há grande desenvolvimento físico e psicológico, adquirindo as bases da personalidade
● Apesar da sua origem ser atribuída ao Oriente Médio, as balas de goma ou jujubas, do jeito que conhecemos hoje, começaram a ser feitas dessa forma na França, há 400 anos





