Rio de Janeiro - Com os preços dos alimentos in natura subindo menos, a inflação do idoso medida pelo Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i) perdeu força no primeiro trimestre deste ano, com alta de 1,37% - inferior à taxa de 1,57% apurada em igual período ano passado. O resultado também foi menor do que o do Índice de Preços ao Consumidor - Brasil (IPC-BR), que mede a inflação no varejo em todas as faixas etárias e subiu 1,43% no mesmo período. O IPC-3i representa o cenário de preços em famílias com pelo menos 50% dos indivíduos com 60 anos ou mais de idade, e renda mensal entre 1 e 33 salários mínimos (de R$ 415,00 a R$ 13.695,00).
Mas a Fundação Getúlio Vargas (FGV), que anunciou ontem o índice alertou que os alimentos processados ainda pressionam a inflação, de forma preocupante. Tanto que 55% da taxa do IPC-3i, no primeiro trimestre, ainda foi referente ao grupo alimentação.

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