O Copom prevê que, em 2002, a contribuição direta das tarifas públicas para a inflação seja de 1,6%, contra os 1,8% previstos em novembro. Nos diversos exercícios de simulação feitos pelo BC, concluiu-se que a manutenção da taxa de juros em 19% ao ano e da taxa de câmbio no patamar que prevalecia na véspera da reunião (R$ 2,35/R$ 2,36) ''apontam para uma inflação acima do limite superior da meta para 2001' (a meta é de 4%, podendo chegar a 6%). Para 2002, os exercícios projetaram uma inflação próxima ao centro da meta de 3,5%. Na semana passada, o presidente do BC, Armínio Fraga, disse que a expectativa do BC é de que a inflação em 2002 fique em 3,7%.

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