Com a proximidade do final de ano, a expectativa do governo em fechar 2012 com uma inflação de 4,5% fica improvável. A nova meta, de acordo com o Banco Central, fica na casa dos 5,5%. Para o economista da Trevisan Escola de Negócios, Alcides Leite, o número é aceitável para se atingir um equilíbrio entre a redução dos juros e do dólar com a inflação. ''Quando acontece a queda dos juros, consequentemente a dívida pública também cai. É preciso sustentar um lado da balança para ganhar do outro'', avalia Leite.
Já o Produto Interno Bruto (PIB) deve manter o crescimento tímido na casa de 1,5% a 1,6%. ''Na minha opinião, a estratégia do governo é correta. É mais importante baixar os juros do que manter um crescimento muito acelerado. Assim, é possível pagar menos pela dívida pública e realizar mais investimentos no País'', complementa o economista. (V.L.)

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