Indústrias veem mercado promissor
O empresário Tiago Romanelli, da fábrica de implementos rodoviários Romanelli, gostou do que ouviu do embaixador da Namíbia, Lineekela Mboti, e decidiu integrar a missão que parte no dia 18. Ele contou que a empresa, com sede em Cambé, exporta para Angola, além de vários países das Américas. Só para o país africano, a fábrica vendeu U$ 1,3 milhão. "A Angola é um dos melhores mercados para nós. Agora vamos para a Namíbia ver de perto aquilo que o embaixador nos falou", disse.
O gerente de Comércio Exterior da Ziober, Luiz Marcote Junior, também pretende participar da missão. A fábrica, de Maringá, produz equipamentos para academia ao ar livre. "Acho que o que nós produzimos se enquadra perfil do que eles precisam", declarou. O gerente entregou folderes dos produtos a Mboti. "O embaixador disse que a Namíbia precisa desses equipamentos de recreação públicos", disse.
Tendo começado a atuar no mercado exterior há um ano, a Ziober já vende para os países do Mercosul, México e para Angola. Para o país africano, segundo ele, a fábrica utiliza o porto de Luanda, mas não descarta passar a usar o da Namíbia. "Pelo que o embaixador falou, o porto de Walvis Bay é mais organizado e é uma porta de entrada para a África." (N.B.)





