São Paulo A Associação das Empresas Nacionais de Defensivos Agrícolas (Aenda), a Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef) e o Sindicato Nacional da Indústria de Defensivos Agrícolas (Sindag) assinaram manifesto em que defendem a agilização dos processos de registro para produtos equivalentes, conhecidos como genéricos.
Em nota, o presidente da Andef, Cristiano Walter Simon, diz que as entidades apóiam a medida ''desde que atendidos os critérios de equivalência internacionalmente aceitos e estabelecidos pela FAO - Organização para Agricultura e Alimentação das Nações Unidas''.
O vice-presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Agrícola, José Roberto Da Ros, entende que ''qualquer outro procedimento colocaria em risco a qualidade do alimento produzido, com possíveis danos à saúde humana e ao meio ambiente, com evidentes ameaças às exportações dos produtos do agronegócio brasileiro''.
Túlio Teixeira de Oliveira, diretor executivo da Associação Brasileira dos Defensivos Genéricos, identifica na aplicação dos critérios FAO, ''que são de pleno conhecimento dos técnicos dos três Ministérios responsáveis pelo registro de equivalência'', benefícios para o agricultor: ''O mercado sairá beneficiado, a curto prazo, com produtos de qualidade garantida, aumento na competitividade e a provável redução dos custos de produção de nossas lavouras''.
No documento, as entidades afirmam que se sentem ''na obrigação de levar ao agricultor brasileiro uma mensagem de tranquilidade quanto ao fornecimento desses insumos para a próxima safra agrícola, lembrando que as empresas estão preparadas para fornecer produtos e serviços de qualidade, e em tempo hábil, desde que não ocorra demanda excessivamente concentrada às vésperas da época de plantio''.

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