Indústria prefere arábica inferior por causa do preço
O volume de café robusta negociado pela indústria torrefadora não foi muito significativo na semana passada, informou a assessoria de imprensa do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura ''Luiz de Queiroz'' (Esalq) de Piracicaba. Os torrefadores diminuiram o consumo diante dos altos preços cobrados pela saca de conillon.
Agentes do setor informaram ao Cepea que a indústria está preferindo o arábica de qualidade inferior, cujos preços estão mais atrativos. Enquanto os preços do conillon tipo 7/8 estavam ao redor de R$ 97,50 na semana passada, os do arábica tipo 7, rio zona, bica corrida podiam ser adquiridos por cerca de R$ 92,00 no Espírito Santo.
A expectativa é que a comercialização do conillon se normalize nas próximas semanas, por causa da necessidade de reduzir o estoque dos armazéns capixabas. Boa parte do volume negociado deverá ser de conillon tipo 6, qualidade mais procurada pelo mercado externo.





